É fogo
Não é de hoje que essa história de que o homem descobriu o fogo dá o que falar. O assunto é tema de estudos sérios em todo o mundo e até já foi retratado no cinema pelas lentes de Stanley Kubrick, que achava que assim falava Zaratustra.
Mas seja lá quem tenha descoberto a primeira faísca, apertado e acendido, a verdade é que muito antes do homem meter o pauzinho onde não foi chamado já tinha gente colocando fogo na história.
A teoria, partilhada por este que vos escreve, e defendida por importantes correntes da antropologia mundial, dá conta de que muito antes dos machos da espécie pensarem na faísca, o fogo já morava ao lado. Na verdade, em uma caverna arrumadinha e praticamente porta com porta, se naquela época elas existissem.
O fato é que não era qualquer fogo. Era uma chama envolvida por roupa de pele animal, cheiro de animal, pés descalços e coberta por cabelos longos. Aliás, bem longos e nada sedosos, já que, devido ao simples fato de xampus, condicionadores e chapinhas ainda nem terem sido inventados, cabelo era literalmente mato. E foi ali, dando sustentação a essa pequena selva crespa e mal tratada que o verdadeiro fogo nasceu, ficando conhecido no dialeto da época apenas como “ehthacohisaboá”. Ou, traduzindo, “mulher”.
Desculpe se ao revelar esta teoria eu deixo aquele pequeno grupo de mamíferos sujos e mal vestidos das primeiras cenas de “2001 - Uma odisséia no espaço” sem moral. Mas aceite isso como uma pequena justiça com a mulher e com a história. Pois, francamente, esse papo de reunir os amigos pra mexer os pauzinhos veio bem depois, lá em Pelotas.
A verdade é que naquele momento, a mulher já colocava fogo na caverna e naquilo que um dia chamaríamos de cama. Fato que não mudaria, mesmo passados milhões de anos, assim como a forma de acender a tal chama. Que até hoje, se feita com jeitinho, exige, no máximo, uma roçada de pauzinho. Nada mais. Ou você não concorda que mulher é fogo?
Mas seja lá quem tenha descoberto a primeira faísca, apertado e acendido, a verdade é que muito antes do homem meter o pauzinho onde não foi chamado já tinha gente colocando fogo na história.
A teoria, partilhada por este que vos escreve, e defendida por importantes correntes da antropologia mundial, dá conta de que muito antes dos machos da espécie pensarem na faísca, o fogo já morava ao lado. Na verdade, em uma caverna arrumadinha e praticamente porta com porta, se naquela época elas existissem.
O fato é que não era qualquer fogo. Era uma chama envolvida por roupa de pele animal, cheiro de animal, pés descalços e coberta por cabelos longos. Aliás, bem longos e nada sedosos, já que, devido ao simples fato de xampus, condicionadores e chapinhas ainda nem terem sido inventados, cabelo era literalmente mato. E foi ali, dando sustentação a essa pequena selva crespa e mal tratada que o verdadeiro fogo nasceu, ficando conhecido no dialeto da época apenas como “ehthacohisaboá”. Ou, traduzindo, “mulher”.
Desculpe se ao revelar esta teoria eu deixo aquele pequeno grupo de mamíferos sujos e mal vestidos das primeiras cenas de “2001 - Uma odisséia no espaço” sem moral. Mas aceite isso como uma pequena justiça com a mulher e com a história. Pois, francamente, esse papo de reunir os amigos pra mexer os pauzinhos veio bem depois, lá em Pelotas.
A verdade é que naquele momento, a mulher já colocava fogo na caverna e naquilo que um dia chamaríamos de cama. Fato que não mudaria, mesmo passados milhões de anos, assim como a forma de acender a tal chama. Que até hoje, se feita com jeitinho, exige, no máximo, uma roçada de pauzinho. Nada mais. Ou você não concorda que mulher é fogo?

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