O mundo é delas
Há muito tempo as mulheres vêm lutando para ocupar seu lugar. É a “guerra dos sexos”, que na verdade, mostra o quanto elas também querem se auto-afirmar, mostrar seu valor, sua capacidade, e porque não dizer, sua superioridade. Coisa que para muitos homens, se resume, digamos assim, a uma coçada no saco.
Não é de hoje que a mulher busca seu espaço. Talvez isso tenha começado quando ela resolveu que queria trabalhar fora. E quando se viu as mulheres já estavam ocupando mais e mais postos de trabalho, já ganhavam seu próprio dinheiro e ajudavam seus maridos nas despesas de casa. Isso quando não a sustentavam sozinhas.
Chegou um tempo em que elas até começaram a reclamar de salário e das condições de trabalho. Foi quando o dono de uma indústria têxtil resolveu deixar o circo pegar fogo com mais de cem delas dentro. Foi daí, dizem, que surgiu o Dia Internacional da Mulher. Mas isso é outra história, o que importa é que o mundo nunca mais seria o mesmo.
As mulheres conquistariam o direto a um estudo normal. Que magistério, que nada! Elas queriam era ser engenheiras, economistas, médicas e meter a mão na massa tanto quanto os homens. Foi quando elas passaram a não admitir mais ser tidas como “do lar”. Bom, pelo menos não de graça.
As mulheres então passaram a construir prédios, a ter seus consultórios e a dar ordens, só não aprenderam a coçar o saco, apesar de muitas terem atitude pra isso. Elas mostraram que não eram apenas rostinhos bonitos e ociosos enfeitando a sala de jantar ou vestindo lingerie de coelhinha sobre a mesa da cozinha. As mulheres provaram que eram tão capazes quanto os homens. Foi o fim do sexo frágil, pelo menos até o ciclo menstrual.
O direito ao voto também foi uma importante conquista para a mulher. Deu a ela o mesmo poder de escolha que, historicamente, sempre foi concedido apenas aos homens. Claro que, na prática, com isso elas conquistaram o direito de ajudar os homens a elegerem sempre os políticos errados, nada mais. Pelo menos nisso, seriam sempre parceiros.
Então, elas aprenderam a dirigir. Ou pelo menos passaram a acreditar muito mais nisso, enquanto que muitos homens e algumas mulheres, até hoje, concordam que se trata de algo altamente contestável. E com razão. Se para algumas mulheres, dirigir é sinônimo de cuidado e atenção, ao ponto de parar a pista da esquerda, para outras isso é coisa de mocinha. Vai entender...
As mulheres realmente ficaram com a bola toda. Depois de assumirem chefias, gerências, diretorias, ministérios e presidências, elas assumiram até o papel durão da relação. E agora, muitas são conhecidas também como “rainhas”, mas não do lar. Da pancadaria. São elas que batem nos homens. E o pior, não são poucos os gostam e ainda pagam bem por isso.
Não se pode negar que devagarzinho a mulher vem ocupando cada vez mais o seu espaço. Conquistou coisas como independência, autoridade, bons cargos no mercado de trabalho, o direito ao orgasmo, ao controle remoto, a pedir uma cerveja sem se levantar do sofá e até a ser arrogante.
A única coisa que faltava tirar do homem, era aquilo que ele sempre teve certeza que era dele: a própria mulher. Mas isso, basta ir a um show da Ana Carolina, por exemplo, para constatar que aos poucos as mulheres também já estão tirando dele. Os homens que se cuidem...
Não é de hoje que a mulher busca seu espaço. Talvez isso tenha começado quando ela resolveu que queria trabalhar fora. E quando se viu as mulheres já estavam ocupando mais e mais postos de trabalho, já ganhavam seu próprio dinheiro e ajudavam seus maridos nas despesas de casa. Isso quando não a sustentavam sozinhas.
Chegou um tempo em que elas até começaram a reclamar de salário e das condições de trabalho. Foi quando o dono de uma indústria têxtil resolveu deixar o circo pegar fogo com mais de cem delas dentro. Foi daí, dizem, que surgiu o Dia Internacional da Mulher. Mas isso é outra história, o que importa é que o mundo nunca mais seria o mesmo.
As mulheres conquistariam o direto a um estudo normal. Que magistério, que nada! Elas queriam era ser engenheiras, economistas, médicas e meter a mão na massa tanto quanto os homens. Foi quando elas passaram a não admitir mais ser tidas como “do lar”. Bom, pelo menos não de graça.
As mulheres então passaram a construir prédios, a ter seus consultórios e a dar ordens, só não aprenderam a coçar o saco, apesar de muitas terem atitude pra isso. Elas mostraram que não eram apenas rostinhos bonitos e ociosos enfeitando a sala de jantar ou vestindo lingerie de coelhinha sobre a mesa da cozinha. As mulheres provaram que eram tão capazes quanto os homens. Foi o fim do sexo frágil, pelo menos até o ciclo menstrual.
O direito ao voto também foi uma importante conquista para a mulher. Deu a ela o mesmo poder de escolha que, historicamente, sempre foi concedido apenas aos homens. Claro que, na prática, com isso elas conquistaram o direito de ajudar os homens a elegerem sempre os políticos errados, nada mais. Pelo menos nisso, seriam sempre parceiros.
Então, elas aprenderam a dirigir. Ou pelo menos passaram a acreditar muito mais nisso, enquanto que muitos homens e algumas mulheres, até hoje, concordam que se trata de algo altamente contestável. E com razão. Se para algumas mulheres, dirigir é sinônimo de cuidado e atenção, ao ponto de parar a pista da esquerda, para outras isso é coisa de mocinha. Vai entender...
As mulheres realmente ficaram com a bola toda. Depois de assumirem chefias, gerências, diretorias, ministérios e presidências, elas assumiram até o papel durão da relação. E agora, muitas são conhecidas também como “rainhas”, mas não do lar. Da pancadaria. São elas que batem nos homens. E o pior, não são poucos os gostam e ainda pagam bem por isso.
Não se pode negar que devagarzinho a mulher vem ocupando cada vez mais o seu espaço. Conquistou coisas como independência, autoridade, bons cargos no mercado de trabalho, o direito ao orgasmo, ao controle remoto, a pedir uma cerveja sem se levantar do sofá e até a ser arrogante.
A única coisa que faltava tirar do homem, era aquilo que ele sempre teve certeza que era dele: a própria mulher. Mas isso, basta ir a um show da Ana Carolina, por exemplo, para constatar que aos poucos as mulheres também já estão tirando dele. Os homens que se cuidem...

5 Comentários:
é por essas e outras que eu AMO ser mulher.
;)
Podemos dizer então que já já chegaremos ao fim do mundo, pois quando até os quatro cavaleiros do apocalipse passarem batom, o mundo não terá jeito.
Direitos iguais reivindicam elas, mas chegará o momento em que os direitos somente delas também reivindicaremos!
Mulheres são de ouro, mas não somos feitos de barro só por causa disso. Que seja latão, mas estamos ali, só esperando a hora certa.
E pior, que os homens, estão desaparecendo..!! está ai a tal parada gay pra mostrar o qto cresceu!!!
Por isso tinhamos q tomar uma atitude, pq com o nosso "querido e burro" presidente Lula representando o Brasil, e os homens, tomando atitudes de sexo fragil, o q vai ser do nosso páis!!
Alguem tem q ter pulso forte nisso tudo...
Esta postagem foi removida pelo autor.
Eu acho isso bacana. Toda essa "coisa" conquistada e tal. Mas nem em tudo queremos direitos iguais, sabe como é né? Uma mordomiazinha às vezes (quase sempre) não faz mal pra ng. :p
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